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Primeiro DCS definido por software da Schneider Electric
O EcoStruxure Foxboro SDA oferece arquitetura aberta e cibersegurança integrada para modernizar operações industriais de forma flexível, eficiente e altamente segura.
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A transição para a Indústria 4.0 exige que os sistemas legados de automação sejam cada vez mais adaptáveis e interoperáveis. A Schneider Electric aborda diretamente esse desafio com o lançamento do EcoStruxure Foxboro Software Defined Automation (SDA), o primeiro Sistema de Controle Distribuído (DCS) da indústria a adotar uma arquitetura totalmente aberta e definida por software. Esta inovação permite que indústrias híbridas e de processos modernizem suas operações contínuas, mitigando riscos operacionais e garantindo a proteção a longo prazo de seus investimentos tecnológicos.
Arquitetura aberta e desacoplamento de hardware
Por décadas, as plataformas Foxboro DCS atuaram como o núcleo essencial das operações industriais complexas. No entanto, a dependência de sistemas fechados tem um custo alto; dados de pesquisas recentes indicam que arquiteturas proprietárias custam às empresas industriais de médio porte cerca de 7,5% de sua receita anual devido a ineficiências, paradas não programadas e complexas adaptações de conformidade. O novo Foxboro SDA soluciona esse gargalo ao desacoplar a lógica de software do hardware subjacente.
Esta independência de fornecedor elimina a obsolescência forçada e permite configurações sob medida para cada finalidade operacional. Ao virtualizar as funções de controle, os clientes podem reduzir significativamente o CapEx e o OpEx, otimizando as implementações em toda a fábrica através de ferramentas de engenharia intuitivas. O resultado é um caminho de modernização muito mais suave e com menor risco financeiro e operacional, proporcionando a agilidade necessária para escalar a produção sob demanda.
Cibersegurança e convergência entre TI e TO
A segurança das infraestruturas críticas é um pilar desta nova arquitetura. O Foxboro SDA foi desenvolvido com princípios robustos de segurança desde a sua concepção, atendendo integralmente às rigorosas exigências da norma IEC 62443-3-3. Esta base segura garante a continuidade digital ao manter os dados consistentes e protegidos ao longo de todo o ciclo de vida da planta industrial, desde a fase inicial de projeto até a manutenção preditiva diária.
Essa abordagem estruturada facilita profundamente a convergência entre as Tecnologias da Informação (TI) e as Tecnologias de Operação (TO). O sistema impulsionado pelo EcoStruxure Automation Expert viabiliza a integração nativa de algoritmos de inteligência artificial e aprendizado de máquina diretamente na camada de controle. Como consequência, as plantas podem adotar operações autônomas, fluxos de trabalho automatizados e análises de dados em tempo real, transformando o sistema de controle em um verdadeiro habilitador estratégico para a transformação digital e a transição energética global.
Contexto Adicional: Esta seção detalha especificações técnicas e benchmarking competitivo não incluídos no anúncio original do produto
No mercado global de Sistemas de Controle Distribuído, a transição para plataformas virtuais e independentes de hardware tem redefinido as estratégias dos principais fornecedores. Concorrentes diretos, como a Siemens com o seu ecossistema SIMATIC PCS neo e a Emerson com a plataforma DeltaV, têm avançado significativamente em soluções baseadas em web e virtualização de servidores. O grande diferencial técnico da abordagem da Schneider Electric reside na adoção pioneira da automação universal baseada no padrão IEC 61499.
Enquanto a maioria dos sistemas DCS tradicionais mantém a lógica de controle fundamentalmente atrelada aos seus próprios controladores físicos proprietários, o Foxboro SDA permite que a inteligência de controle seja totalmente distribuída. A lógica pode ser executada de forma transparente em servidores de TI padrão, clusters de computação de borda (edge computing) ou em hardware de controle industrial dedicado, dependendo da necessidade de latência da aplicação. Esta virtualização extrema da automação de processos protege os investimentos maciços em automação legada já instalada, além de quebrar definitivamente as barreiras dos ecossistemas fechados, permitindo que os fabricantes industriais orquestrem fábricas inteligentes de maneira verdadeiramente agnóstica.
Editado por Maria Brueva, editora do Induportals – adaptado por IA.
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