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Robôs colaborativos democratizam a automação pela igus

A adoção de robôs colaborativos, os cobots, permite que empresas de diversos portes otimizem operações específicas com flexibilidade, rapidez e retorno sobre investimento acelerado pela igus.

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Robôs colaborativos democratizam a automação pela igus

O setor industrial brasileiro passa por uma transformação estratégica impulsionada pela busca por produtividade, pela escassez de mão de obra especializada e pela demanda por maior flexibilidade operacional. Historicamente associada a grandes projetos e investimentos vultosos, a robótica industrial está sendo complementada pelos cobots, que oferecem uma alternativa viável para automatizar tarefas sem a necessidade de reconfigurações estruturais complexas nas fábricas.

Diferente das células robotizadas tradicionais, projetadas para alta velocidade e manipulação de cargas pesadas, os robôs colaborativos focam na simplicidade de implementação e na versatilidade. Essa tecnologia tem se mostrado estratégica em setores como alimentos e bebidas, farmacêutico, metalmecânico, logístico e eletrônico, onde atividades como abastecimento de máquinas, pick and place, montagem leve e inspeção de qualidade podem ser automatizadas de forma ágil.

Flexibilidade e eficiência operacional
A transição da operação manual para a automatizada via cobots é frequentemente comparada não com a robótica pesada, mas com a continuidade dos processos manuais, o que acelera o retorno sobre o investimento (ROI). Em mercados dinâmicos, que demandam lotes menores e maior personalização de produtos, a facilidade de reprogramação dos robôs colaborativos confere uma vantagem competitiva relevante, permitindo que as empresas adaptem suas linhas de produção com rapidez a novas necessidades de mercado.

Para Marco Santos, especialista do time RBTX da igus do Brasil, essa evolução reflete uma mudança de mentalidade no chão de fábrica. “Durante muito tempo, muitas indústrias acreditaram que automatizar significava realizar grandes investimentos e projetos complexos. O que observamos hoje é que empresas buscam oportunidades em processos específicos para gerar ganhos rápidos de produtividade e eficiência”, afirma o especialista.

Ecossistemas e democratização tecnológica
O avanço dessa tecnologia é sustentado por modelos que facilitam o acesso à inovação. A plataforma RBTX, desenvolvida pela igus, atua como um ecossistema que integra soluções, componentes e aplicações de automação. Esse ambiente permite que empresas avaliem alternativas tecnológicas de forma transparente e simplificada, reduzindo as barreiras de entrada para a digitalização.

Neste cenário de transformação contínua, a automação deixa de ser encarada como um projeto isolado de grande escala para se tornar parte integrante da evolução operacional. A jornada rumo à Indústria 4.0 está sendo pavimentada pela decisão de automatizar, de maneira simples e inteligente, operações específicas, garantindo que a indústria nacional permaneça competitiva em um ambiente global cada vez mais exigente.

Editado por Maria Brueva, editora da Induportals – adaptado por IA.

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